O ex-BBB Marcos Harter foi indiciado por agressão a Emilly Araújo. De acordo com a chefe da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher (DPAM), Marcia Noeli, o inquérito foi entregue pela delegada Viviane Costa, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ao Ministério Público. As informações são da revista Veja.

A polícia começou a investigar o brother no último dia 10, por suposta agressão a Emilly. Os dois mantinham um relacionamento amoroso durante o confinamento. O participante foi retirado do programa após uma discussão com a estudante, na qual o cirurgião encurralou a gaúcha contra a parede e apontou o dedo para o rosto dela. A sister ainda reclamou, logo depois, que o pulso dela estava doendo — porque o cirurgião a segurou com muita força — e que havia pontos roxos por todo o braço.

O caso
O cirurgião Marcos Harter, expulso do Big Brother Brasil 17 no último dia 10, foi intimado a depor na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, na quarta-feira (12). A informação foi repassada pela delegada Marcia Noeli Barreto, diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher do Rio. Emilly só foi ouvida após deixar a casa do BBB como vencedora do prêmio de R$ 1,5 milhão na última segunda-feira (17).

De acordo com Marcia, as imagens que mostram as brigas do casal já foram requisitadas e serão analisadas. “É nítido que ela estava acuada, culpada. É importante investigar esse caso, mas também é importante que a sociedade entenda a questão da violência doméstica. A tortura psicológica que ele pratica é, sim, violência doméstica e se enquadra na Lei Maria da Penha”, afirmou em entrevista ao Extra.

A diretora da Deam explicou que, se condenado, o cirurgião plástico poderá pegar de um a três anos de prisão. “Não tem essa de condenação alternativa, como era no passado.” Sobre a reação de Emilly ao receber a notícia, Marcia também se pronunciou. Para ela, é normal a vítima não reconhecer a situação. “É próprio da mulher vitima de violência. Por isso que denunciar é importante para interromper esse ciclo. Ela não tem culpa de nada”, disse.

 

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