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Supremo rejeita pedido de Lula para evitar prisão

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O Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje o habeas corpus que tenta evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O julgamento do recurso de Lula no STF ocorre dias após o TRF-4 confirmar a condenação do petista por envolvimento no caso do triplex do Guarujá (SP), investigado pela Operação Lava Jato — a pena é de 12 anos e um mês de prisão. Agora, cabem aos ministros do STF definir a validade do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa de Lula para que ele fique em liberdade até que sejam esgotados todos os recursos nas últimas instâncias. Caso o STF rejeite o recurso, ele pode ter ordem de prisão a qualquer momento. Às vésperas da decisão o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, publicou em sua conta no Twitter que a força armada que ele comanda compartilha “o anseio de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia” de “todos os cidadãos de bem”. Grupos como o MBL e o Vem pra Rua lideraram manifestações na noite desta terça-feira em diversas cidades do país. Diante das discussões, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, cobrou respeito às decisões do STF.

Sejam elas quais forem. Em nota enviada na manhã desta quarta-feira, Lamachhia disse que não existe solução para o Brasil à margem da Constituição e defendeu o atual regime democrático. “Para os males da democracia, mais democracia. Não podemos repetir os erros do passado!”

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